Folheto #3 Ética e Poesia

Atualizado: 22 de jan.

Algumas das principais notícias que circularam em nossas redes sociais nos últimos dias.





ÉTICA EM PESQUISA


Como a ética na ciência se aplica à pesquisa na área de literatura?


Reflexões importantes sobre essa questão podem ser encontradas na última edição do Encontro Brasileiro de Integridade em Pesquisa, Ética na Ciência e em Publicações (Brispe), que ocorreu virtualmente em 28 e 29 de outubro. Teve como principais organizadoras a UFRJ e a Fiocruz.


O estímulo a comportamentos éticos e a promoção da integridade científica são dois dos pilares do evento. No contexto contemporâneo de intensa colaboração científica e compartilhamento de dados, além do acesso aberto ao conhecimento, vivenciamos a era da “ciência aberta” e com ela novos desafios para a pesquisa.


Em 2022, acontecerá a VII Conferência Mundial sobre Integridade em Pesquisa, na Cidade do Cabo, na África do Sul.


POESIA NA ESCOLA

Qual é o lugar da poesia na escola? Os professores se interessam em proporcionar aos alunos experiências poéticas? Como os professores podem servir como mediadores na leitura e experiência dos alunos com a poesia? O mercado editorial contribui para um rebaixamento dos gêneros literários ligados à poesia e consequentemente um desinteresse do jovem leitor? Por que a escola deve estimular a produção e a performance poética? Existem critérios para escolher um poema para leitura em sala de aula?


Essas perguntas e muitas outras são respondidas no livro A poesia vai à escola: reflexões, comentários e dicas de atividades, de Neusa Sorrenti (ed. Autêntica, 2013).

 

“Mentir ao mundo inteiro de modo sistemático e seguro só é possível sob um regime totalitário (…)”


Hannah Arendt. (Origens do Totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. Ed. Cia. das Letras.)

 

CLOWN, UM CONTO DE M.A. ESQUECIDO

Muito provavelmente você não lê o extinto jornal Gazeta de Notícias (RJ, 1875-1942).


E se você, por um acaso, ao abrir a edição da Gazeta de Notícias de 26 de junho de 1890, se deparasse com um conto intitulado “Clown”, assinado por um tal M.A.?


Após ler o conto, a que conclusão chegaria? O M.A. é mesmo o velho e conhecido M.A.?


Por que esse conto ficou esquecido nessa página de jornal desde 1890? Saiba mais aqui.



 

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